QUER RECEBER NOVIDADES DA DABI ATLANTE?

HOME ::> Novidades > Notícias
18/10/2012
Quinta-Feira
LANÇAMENTO EAGLE - TOMÓGRAFO 3D NO JORNAL VALOR ECONÔMICO

Caetano Biagi, Superintendente Dabi Atlante, no Jornal Valor Econômico de hoje, falando sobre o grande lançamento desse ano, o Tomógrafo EAGLE 3D:

Para obter maior competitividade e encarar o porder das gigantes do setor, as empresas nacionais de tecnologia médica têm uma única saída: investir esado em invação. Agregar valor aumenta as margens de lucro, ajuda a fortalecer a marca e ainda garante nacos do mercado internacional. Em um segmento altamente competitivo e dominado por quemtem muito dinheiro para investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D), a solução é buscar instrumentos de fomento, organizar a gestão e se valer da ousadiapara propor novas e melhores soluções.

“Além de engenheiros e técnicos na pesquisa, temos de preparar equipes para entender as necessidades do mercado”, afirma Caetano Barros  Biagi, diretor superintendente da Dabi Atlante, tradicional fabricante de equipamentos odontológicos. Para tocar os projetos de inovação, a Dabi investe cerca de 5% da receita em atividades de P&D, tem parceria firme com a Financiadoras de Estudos e Projetos (Finep), que banca, por meio de subvenção econômica, boa parte das pesquisas.

Entre as conquistas, o executivo cita o desenvolvimento de equipamentos para diagnósticos de imagem. Desde 2009, a Dabi atua no projeto Eagle – 100% financiado pela Finep. Como resultado, lançou o primeiro tomógrafo odontológico da América do Sul. “Estudamos os melhores tomógrafos do mundo e buscamos o que era possível melhorar em cada um deles”, diz Biagi.

A concepção contou com uma equipe de engenheiros brasileiros e finlandeses. Cada tomógrafo sai a R$ 250 mil, além do mercado brasileiro, a Dabi pretende vender 150 unidades nos EUA. A expectativa é de que, até 2015, a linha de diagnóstico por imagem responda por 30% do faturamento da empresa, que deve superar a marca de R$ 250 milhões em 2015.

A WEM, especialista na produção de bisturis eletrocirúrgicos, fabrica uma caneta cirúrgica descartável capaz de cortar e, ao mesmo tempo, estancar o sangramento. No processo de corte – realizado por bisturi eletrocirúrgico – a WEN se valeu do alto poder de coagulação do plasma de gás argônio, insumo integrado ao instrumento. “Esta solução cirúrgica, além de reduzir custos, promove maior conforto para pacientes com restrições a transfusões”, dis Edson Vieira, diretor da WEN.

O produto chega ao mercado americano por US$ 600,00 a unidade. A previsão é de venda de 30 mil unidades no primeiro ano.

 

Edilaine Tiago

Para o Valor, de Ribeirão Preto.


Enviar nóticia por email:






NOTICIAS ANTERIORES